domingo, janeiro 31, 2010 Comment0 Comments


Marche deux heures tous les jours, dors sept heures toutes les nuits, couche-toi dès que tu as envie de dormir, léve-toi dès que tu es reveillé. Ne mange qu’à ta faim, ne bois qu’à ta soif et toujours lentément. Ne parle que lorsqu’il le faut ; n’ecris que ce que tu peux signer ; ne fais que ce que tu peux dire. N’oublie jamais que les autres comptent sur toi et que tu ne dois pas compter sur eux. Estimes l’argent à sa just valeur... Pardonnes d’avance à tout le monde, ne méprises pas les hommes... Efforce-toi d’être simple, de devenir utile, de rester libre. 


Alexandre Dumas Fils

(Caminhada de duas horas diárias, sete horas de sono a cada noite, deitar-se quando se sentir sonolento, levantar-se quando se está acordado. Não coma a sua fome, não beba de sua sede, e sempre devagar. Fala apenas quando necessário, escrever apenas o que você pode se inscrever, faça o que você pode dizer. Nunca se esqueça que os outros contam com você e você não deve contar com eles. Estimando o dinheiro para o seu valor ... Perdoar antecipadamente a todos, não desprezeis homens ... Esforce-se para ser você mesmo, simplesmente para se tornar bom, ficar livre.)

quinta-feira, janeiro 28, 2010 Comment1 Comments

Sei que esse não é muito o objetivo do blog, mas achei este vídeo no YouTube. É super engraçado! Teletubbies   dançando a Macarena! Relembrando os velhos tempos! Hilário!

quarta-feira, janeiro 27, 2010 Comment0 Comments






Faça o que for necessário para ser feliz. 
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Mário Quintana


terça-feira, janeiro 26, 2010 Comment1 Comments


Certo dia, passeava na bela rua principal da minha pequena Brodowski fazendo a minha caminhada diária. Naquele dia, tive que ir um pouco mais cedo, pois tinha várias coisas pra fazer mais tarde. Por isso, as lojas ainda estavam abertas e a população circulava em busca de compras. Recentemente, um pessoal muito estranho tem se mudado pra Brodowski, a maioria do Nordeste brasileiro. Aliás, qualquer cidade pequena sofre com o êxito nordestino, pois as cidades ficam mais perigosas, em termos de segurança, e também, perdem um pouco do jeitão de interior de São Paulo e adquirem um jeitão de Nordeste. Nada contra, só acho que não combina com a atmosfera interiorana provinda do café e construída na base italiana.

Bem, o que vi neste dia ficará marcado para o resto de minha existência. Nunca tinha visto um pessoal tão mal vestido. Está bem que eu não sou um especialista em moda, mas sei regras básicas de vestuário e procuro sempre meus amigos entendidos para não fazer feio no figurino. O que vi foi um desfile de breguice: roupas coloridas ao exagero, que doíam só de ver. Bruscamente, meu momento de relaxamento foi interrompido pelo desfile de como não se deve vestir nunca!

Paralelo à falta de bom senso ao se vestir, refletia sobre outro assunto também polêmico: a questão das modelos super magras. Postei no sábado sobre isso. Enquanto uns faltam muito na hora de vestir, as modelos o fazem excelentissimamente bem, mas pecam na forma. Ninguém é um cabide ambulante. Um conjunto de ossos que tem movimentos próprios. O nosso corpo precisa ser alimentado adequadamente para que se mantenha. No caso das modelos, dificilmente isso acontecerá, pois faltam muitos nutrientes em sua alimentação. Em consonância, estão os problemas psicológicos e psiquiátricos que acompanham a maioria delas, fazendo-as cometer besteiras.

Sinceramente, não sei o que é menos ruim: ser fora de moda e de forma, ou tê-las quase ao alento. Queria que fosse em forma e em moda. Seria um mundo muito mais bonito de ser ver!

Beijos e até amanhã! Ainda volto a discutir sobre a breguice! Aff!

domingo, janeiro 24, 2010 Comment1 Comments

Oi pessoal, tudo bem?



Nossa, são tantos assuntos a serem discutidos aqui no blog que já estou ficando perdido! Risos. Ontem, sábado, postei sobre a moda e saúde, o nosso assunto desta segunda-feira. Mande a sua opinião para eu comentar depois.


O assunto que quero tratar neste post é sobre o amor. Segundo o dicionário Aurélio, amor é o “sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem, ou de alguma coisa”. Já o Longman define como “a strong feeling of liking someone a lot combined with sexual attraction” (um sentimento forte de gostar de alguém combinado com atração sexual) e “someone that you feel a strong romantic and sexual attraction to” (alguém que você sente uma forte atração romântica e sexual).


Realmente, as duas visões para o amor estão em consonância: o amor é um sentimento que todas as pessoas sentem, seja por outra pessoa (do mesmo sexo ou não), por um animal, por um objeto. Enfim, podemos amar várias coisas. Vamos nos focar nos amores entre pessoas, que toca o romantismo e o sentimentalismo.


Na nossa literatura, várias são as concepções para esse sentimento:
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor.
É ter com quem nos mata lealdade.


Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Bravo, não acham? O amor é visto, então, como um sentimento que envolve sensações e que ocorre quando existe um senso de identidade entre pessoas com identidades bem definidas e diferenciadas. Existe a dualidade da incerteza do amor “físico” (com a minúscula) com o Amor ideal, assim o amor é um tipo de “imitação” do Amor, na realidade o autor procura compreender e definir o processo amoroso. O sentir e o pensar são movimentos antagônicos: o sentir deseja e o pensar limita, e, como o poeta não podia separar aquilo que sentia daquilo que pensava, o resultado, na prática textual, só podia ser o acúmulo de contradições e paradoxos. Essa feição contraditória e o jogo de oposições aproximam Camões do Maneirismo e, no limite, do Barroco.


Contemporaneamente, uma cantora francesa que eu adoro, Carla Bruni, lançou em seu CD Quelqu’um m’a dit (2003) uma música titulada “L’amour”. No Letras.mus.br é a segunda música sua mais acessada. Na estrofe que transcreveremos, ela, ao contrário de Camões, fala do outro lado deste sentimento tão nobre, mas que tanto machuca:

             A quoi bon ce tas de plaisirs, de frissons, de caresses, de pauvres promesses ?
             (Por que esses tantos prazeres, arrepios, e todas essas carícias e pobres promessas?)
             Pourquoi faire se laisser reprendre, (Do que adianta se deixar envolver)
             Le coeur en chamade, (O coração em chamas,)
             Ne rien y comprendre, (Não entender sobre isso,)
             C'est une embuscade (É tudo uma emboscada).



Realmente, ela tem razão: um coração em chamas é uma emboscada. E agora, o que devemos fazer? Sinceramente, eu já me decepcionei muito com amores. E ainda me decepciono e com certeza me decepcionarei. O nobre sentimento é desafiador: ele, ao mesmo tempo em que nos enche de alegria, ele nos é cruel, pois nos faz sofrer. Por exemplo, quem nunca gostou de uma pessoa, mas não foi correspondido? Ou então, aconteceu com uma amiga próxima, que gostava de um menino todo bonito, estilo roqueiro. Quando ela foi investigar um pouco sobre sua vida para conversar com ele, descobriu que ele era homossexual. Que decepção! Isso é que o amor faz. Como dizia a Sandy, “olha o que o amor me faz: me deixa assim, sem agir... Nada será capaz de acabar esse amor em mim”.


Sabe, caros leitores, eu escrevo essas reflexões como um desabafo. Eu não agüento mais sofrer por amor! E acredito que vocês também não. Queria tanto um amor que gostasse de mim, e de quem eu também gostasse. Passar bons momentos, discutir até as coisas mais fúteis. Alguém de quem eu não conseguisse fugir. Ah, o amor.


Se você está pensando assim como eu, caro leitor, não vamos nunca perder as esperanças. Quando menos se espera, com verdadeiro amor trombamos. Enquanto isso, não se esqueçam da primeira pessoa a quem devemos amar depois de Deus (para os cristãos): você! Pessoa nenhuma merece que você se rebaixe, passando pelos seus princípios e amor-próprio, ok?


Bom, acho que é só isso. Beijos a todos e boa semana!


P.S.: Abaixo, o vídeo da Carla Bruni. Quem quiser a música, só pedir nos comentários que eu envio por e-mail!


domingo, janeiro 24, 2010 Comment0 Comments

Você pode ter defeitos, viver ansioso, chorar e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é o maior tesouro do mundo.

Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sempre azul, caminhos sem obstáculos, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.


Ser feliz
É encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor mesmo nos desencontros.

Não é apenas valorizar o sorriso a alegria, mas também refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar as vitórias, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas alegrar-se como os aplausos, mas encontrar alegria na escuridão. 

É reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões nos períodos de crise basta saber aproveitar.

Não é uma sorte do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu eu interior.

É deixar de ser vítima ou réu nos problemas, é se tornar o autor da própria história. 

É atravessar desertos, ser capaz de encontrar um oásis escondido em sua alma.

É agradecer a cada manhã pela vida.

É não ter medo dos próprios sentimentos e saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um... "Não".

É saber receber com segurança uma crítica, mesmo que seja injusta.

É beijar os filhos, é ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

É deixar viver a criança que cada um tem dentro de si.

É saber admitir quando errou e dizer "Eu errei".

É ser o primeiro a dizer "Me perdoe”

É ter sensibilidade para expressar "O que você tem mais de profundo no coração".

É ter capacidade de dizer sem medo "Eu te amo".

Faça da sua vida um canteiro de oportunidades.

Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.

Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.

E finalmente, quando você desviar do caminho, comece tudo de novo. Pois assim você terá cada vez mais amor pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas saber usar suas lágrimas para irrigar a tolerância.

Saber usar suas perdas para polir a paciência.

Saber usar suas falhas para construir a serenidade.

Saber usar os obstáculos para abrir as janelas da sabedoria.

Não desista nunca de si mesmo.

Não esqueça nunca as pessoas que te amam.

Não desista nunca de quem te ama.

Não desista nunca de ser feliz, pois...

A VIDA É UM SHOW FANTÁSTICO



Autor: S.Bernardelli

sábado, janeiro 23, 2010 Comment1 Comments



Diz Adão Iturrugusgarai em seu blog:

"Eu vi algumas fotos do São Paulo Fashion Week e o estado físico de algumas modelos é de deixar os cabelos em pé. Parece que a cada ano a coisa piora. Algumas fotos me lembraram de Auschwitz. Falta bunda, falta peito, falta coxa. Como dizia o meu amigo SCHIAVON: -Quem gosta de osso é cachorro."




O que acha disso?Mande sua opinião para uma próxima discussão... Beijos e bom final de semana!

quinta-feira, janeiro 21, 2010 Comment1 Comments

O dicionário Aurélio de Língua Portuguesa define memória como “faculdade de reter as idéias, impressões e conhecimentos adquiridos anteriormente” ou ainda “lembrança, reminiscência, recordação”. Já o Longman Dictionary of English completa esses sentidos com “something that you remember from the past about a person, place, or experience” (algo que você lembre do passado sobre uma pessoa, um lugar ou experiência). O TV5Dicionnaire ainda afirma “Faculté de se rappeler ce qu'on a vu, appris, etc.” (faculdade de lembrar-se de quem você viu, entrou em contato, etc.).


Enfim, a memória é algo inato a qualquer vertebrado. E em nós, ela é ainda mais forte, pois a linguagem, capacidade inata dos seres humanos, contribui com a sua retenção. Querendo ou não, sempre nos lembraremos daqueles momentos em que damos risadas, choramos, caímos e nos levantamos. A vida é uma sucessão de acontecimentos e os melhores ficam registrados, como fotos com áudio na nossa estrutura cognitiva.

Às vezes, não queria ter memória. Ou queria que ela fosse como memória de computador, em que eu pudesse escolher o que armazenar neste disco rígido infinito. Lembrar de certas coisas dói e não merecia um segundo de lembrança. Como faz isso, alguém sabe?

Luís Bruñel, todavia, afirma sobre a memória: "É preciso começar a perder a memória, ainda que se trate de fragmentos desta, para perceber que é esta memória que faz toda a nossa vida. Uma vida sem memória não seria uma vida, assim como uma inteligência sem possibilidade de exprimir-se não seria uma inteligência. Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela, não somos nada."

Por mais que eu quisesse, não poderei apagar os momentos que quero esquecer. Além disso, como afirmou acima, a nossa coerência de ser é estabelecida pela memória. Aí notamos a sua grande importância na nossa vida. Devo concordar com Jorge Luís Borges, ao afirmar que “a memória é o essencial, visto que a literatura está feita de sonhos e os sonhos fazem-se combinando recordações”.

Na nossa contemporaneidade, é essencial sonhar. E só conseguimos isso com a memória. Mesmo assim, tentarei apagar certos momentos!

O quadro de hoje é de Salvador Dali e chama-se a “Persistência da Memória”. Beijos e boa sexta!